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Vizinho confessa ter violentado e asfixiado gerente bancária em Registro, SP

Suspeito de 22 anos admitiu o crime após ser preso; motivação seria interesse não correspondido pela vítima, segundo a polícia.

Por: Fagner Vieira Fonte: G1 Santos
26/02/2025 às 16h18 Atualizada em 27/02/2025 às 15h44
Vizinho confessa ter violentado e asfixiado gerente bancária em Registro, SP
Vizinho confessa ter violentado e asfixiado gerente bancária em Registro, SP / Foto: Reprodução

O vizinho preso por suspeita de matar a gerente bancária Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos, confessou ter violentado e asfixiado a vítima em Registro, no interior de São Paulo. O crime ocorreu no sábado (22), e o corpo de Aline foi encontrado dentro de sua casa no bairro Jardim São Paulo. De acordo com o delegado Marcelo Freitas, o suspeito, identificado como William, de 22 anos, nutria um interesse não correspondido pela vítima, o que teria motivado o crime.  

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O irmão de Aline encontrou o corpo após pular o muro da residência, já que familiares e amigos não conseguiam contato com ela. A Polícia Civil identificou indícios de que a vítima foi estuprada antes de ser morta. William, que já era considerado o principal suspeito, foi preso na terça-feira (25) com base em imagens de câmeras de monitoramento. Ele confessou o crime na Delegacia de Registro e foi encaminhado à Cadeia Pública da cidade, onde aguarda julgamento.  

Segundo o delegado Freitas, o suspeito conhecia a rotina da vítima e a admirava de forma obsessiva.   

"Ele morava perto e sabia da rotina dela. Tinha uma admiração que não era correspondida, e decidiu praticar esse grave crime", afirmou. 

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O corpo de Aline foi encontrado nu, com um vestido enrolado na cintura e uma roupa íntima na perna esquerda. O Boletim de Ocorrência (BO) registrou lesões no corpo que sugerem violência sexual. Apesar de a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) ter informado inicialmente que a vítima estava sobre a cama, o BO apontou que ela estava no chão, com a cama desalinhada e afastada da parede. Não foram encontrados sinais evidentes de luta corporal. 

O local do crime foi preservado para perícia, que ainda não divulgou resultados conclusivos. A vítima não tinha problemas de saúde conhecidos, o que reforça a hipótese de homicídio. O caso chocou a comunidade local e segue sob investigação da Polícia Civil, que deve fornecer mais detalhes nas próximas etapas do processo. 

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